domingo, 17 de março de 2013

Drowing

Drowing
(help - The Beatles )
E eu aprecio você estar por perto. Ajude-me, coloque meus pés de volta no chão,
Você não vai, por favor, por favor, ajude-me, ajude-me, ajude-me, oh..

- pov seunome.
Houve um tempo, eu costumava olhar nos olhos do meu pai em um lar feliz, eu era uma rainha q tinha um trono de ouro aqueles dias se foram, agora as memórias estão na parede.Eu ouço as canções dos lugares onde eu nasci, tudo envolta me lembrava meu pais, as paredes que n estavam mais brancas, todos moveis queimados.. eu estava paralizada eu não consiguia etender o por que da vida não ser como eu realmente queria, sim eu tinha tudo, tudo que eu não queria ter, e o que eu queria ? Sera que era tão dificil p Deus etender que so queria uma familia, e não dinheiro, dinheiro e mais dinheiro e brigas ?! E agora ao inves do tão bom Deus ouvir minhas preces parece que ele fez tudo regresivamente da forma que eu não queria, meus pais estavam mortos na porra do assidente, "pq eu não fiquei em casa cm els ?!" essa pergunta ficava martelando na minha mente, pq eu sai cm os desgraçados dos meus amgs, cade els aqui, sera que tem como volta no passado ? Tudo vinha na minha mente, e o pq isso tinha acontecido.
Senti alguem pondo a mão no meu braço, ranquei a mão da pessoa entre choros e sai correndo da casa, trobando num policial q fiscalizava o ocorrido, corri, corri eu n queria um destino se Deus pudesce tira minha vida naquele momento eu agradeceria, eu n queria ser a seunome mais, eu n queria ser alguem nessa porra de mundo, se eu n pudesse voltar no tempo, eu so queria ser ninguem, queria n existi, eu corria a espera de ver a luz, de n espera um limite, lagrimas embarçavam meus olhos, e eu n estava nem um pouco fudendo p vida, pq ja n era la grandes coisas..
Eu corria n vendo limites, por um segundo que eu fechei meus olhos e tentei respira fundo, eu senti um forte impacto into p o chão, uma pessoa resmungo e veio ate mim, ele tentava me acolher e eu debatia que n, ate q eu me levantei enxugando as lagrimas cm as proprias mãos e quando eu tentei correr, o homen segurou meu braço.
-Hey, hey, para, oq ta acontecendo cm vc - ele falou cm uma mao no 

meu braço enquanto a outra ele passava na testa que estava vermelha -
- Me larga, vc n presiva saber da porra da minha vida, me deixa - eu falei e tentei sai dle -
- Para caralho - ele me olhou cm um orlhar assutador e sua respiração ofegante -
Assutada olhei no fundo dos olhos dle e abaixei a cabeça deixando lagrimas cairem
- deixa eu ir, eu n sei qm vc é e oq vc quer, se ta tentando ajudar ou não me deixa- falei cm a voz falhada -
- Eu sei oq aconteceu cm vc, vc é a garotinha mimada do final do quarterão - ele fez uma expressão tpo "puts falei" -
- Ah thcau e obrigado por me lembra - dei um sorriso de lado secando as lagrimas -
Ele me soltou, passei a mão no meu braço e virei opostamente a ele e començei a andar..
-Onde vc vai ? - ele grito -
- Não é da sua conta caralho - eu respondi -
Pre-senti que ele estava vindo atras de mim, me virei p chinga-lo ate que deparei perfeitamente cm os olhos dele,seus olhos castahos brilhavam como diamantes, por um momentto eu fiquei paralizada olhando no olhos dle, como se fosse uma dica de algo ou como se tivesse me contando uma historia e que eu tivesse muito interessada em saber.

- Hey, vc ta bem ? - ele ficou perguntando isso ate eu sai do tranze -

não respondi, dei um suspiro, e passei a mão no rosto.

- Vc não acha  meslhor ir p casa - disse ele segurando minha mão -

- Para, para de tenta me ajudar ! Eu n quero ajuda de ninguem para de tentar, para de perde seu tempo com uma pessoa que vc nem conhece, me larga, some, eu sei que fvc ta tentando ajudar, so que não dá, não dá. Para ! - eu disse cm um tom de voz alterado, meu rosto fico vermelho pela forma agressiva que eu falava cm ele -

Ele n mudo de expressão, ficou cm a mesma cara de sinico, como se n fosse desistir, e o que eu tinha falado n fosse absolutamente nada p ele.

- Eu não sei da sua vida, e vc n sabe da minha nós n se conhecemos, nunca nós vimos, eu sei oq vc ta passando então quando isso tudo acabar, eu vo embora a gente nunca mais se ver, mais pofavor, eu não vo insisti, mais se vc quizer eu poss - antes dle termina eu interrompi-lo -

- Para, eu n quero sua ajuda! - e recuei -

Pensei duas vezes, achei q ele estava lá, que ele ia insisti so que não, ele nao era como as outras pessoas que aceitavam e continuavam a fazer oque eu quiria, porra eu era mimida e assim que meus pais morrem eu nao tenho um pingo de humildade comigo mesma ? Trato as pessoas como objetos, p ele era como tanto faz tanto fez me ajudar. Dei um suspiro e por impulso falei 

- Por favor, me ajuda - começei a chorar -

Tentava engolir o choro, e senti o abraço consolador dle, encostei meu rosto em seu ombro, e p mim aquilo era o fim, eu nao estava cm medo de desabafar ja que ele declarou q podia me ajudar, eu chorava como uma criaçança que arranhaou o joelho, e esperava a mãe falar que tinha sarado e estava tudo bem, eu queria ser uma criança p alguem poder falar que depois da morte dos meus pais tudo tinha passado e estava tudo bem, queria voltar a viver naquelas ilusoes de criança, abracei ele forte, como se eu conhecece ele, caralho eu nunca vi esse cara na minha vida, mais p mim não ia fazer diferença o que tivesse p vim não estava nas minhas mãos, ou a torto direito, eu não estava nem fudendo, so confiava nele.

- Vc n que volta no lugar onde seus pais.. - ele não termino de falar -

- Eu não sei - falava engolindo o choro, e saindo dos braços dle -

- Vc tem que voltar no lugar do occorido, tem que saber qm vc e, e o corpo do seus pais, vc pode passar a noite num hotel sei lá.. - ele disse -

Continua

   

 

2 comentários:

Beea Schmidt disse...

AAAAAAAAAAAAAAI CONTINUA AMIGA
EU ESPEREI MUITO PRA ISSO TA PERFFEEEEEEEE
QUERO MAIS *OOOOO*

Hélen Narciso disse...

CONTINUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA :33